Bio

sou Maria Gabrielle, paulista e na casa dos 30. sou filha de Oxalá e de uma família agregadora vinda da zona rural+sertão que me encaminhou ao bordado quando eu tinha 8 anos – e é aqui que começo o meu gosto pelas manualidades.

hoje, sou artista têxtil e educadora.

 

me formei em Design de Moda pelo Senac SP (2011) e sonhava em ter minha própria marca. nesses tempos me sentia VIVA, sentia o poder da expressão através do corpo, só que na prática a área da moda me frustrava (e muito). eu era curiosa demais, via a moda em um viés romântico e negava a realidade: ser designer era longe demais de ser artista.

segundo o sistema, sou artista demais e designer de menos.

 

minha multidisciplinaridade biológica travou trabalhos do corporativo ao freelancer; da assistência de estilo a produções de desfiles e exposições. eu provei de tudo um pouco. desfilei na Casa de Criadores (2012), estudei em Londres (Central Saint Martins, 2012) e mudei de rumo depois de aceitar meu eu-artista-demais no coletivo G>E (Grupo maior que eu, 2013).
estar com pessoas que tentavam criar novos sistemas juntes me deu força pra começar a viver como autônoma, a dar espaço pra construir uma nova existência com o que eu amava sem sufocar o que acreditava.

em 2016 me tornei oficineira de técnicas manuais e costura. comecei a realizar meus projetos em ateliês e nas unidades do SESC no estado de SP e, a partir daqui, me vi mais parecida comigo mesma.

dentro dos meus cursos – grupos de macramê, estudos e laboratório têxtil – auxilio os demais e também construo minha própria arte. acredito que as mãos são a mais básica e intransferível tecnologia já existente para cruzar limites desconhecidos e as uso como recurso para o mergulho em processos criativos. acredito também na (re)construção do autovalor através da vivência em comunidade: no apoio que nos põe de pé, na troca e na sutileza que permeia entre o público e o privado.


procuro honrar o processo com quem/e o que entro em contato na arte.
nossas experiências e, sobretudo, minha existência como Ìyàwó, potencializam a transformação do meu corpo que procura viver relacionamentos de forma real e simples.

acredito que as mãos são a mais básica e instransferível tecnologia já existente e as uso como recurso para o mergulho no processo criativo.

 a vida comum e ordinária é a única que podemos ter e ela acontece enquanto trocamos. essa consciência não deveria ser um privilégio, mas sim acessível a todos

já que é só vivendo do próprio fazer que se aprende quem se é.

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