Bio

Sou formada em Design de Moda pelo Senac SP e fugi por um tempo da minha essência artística, achando que deveria me encaixar ao mercado, me sentindo um peixe fora d´água desde a faculdade. Passei por marcas de moda trabalhando como assistente de estilo, crescendo como gerente de produção e também em produção de exposições, desfiles e styling.

 

Sempre acreditei que a gente tem que ter eterna curiosidade nas áreas da vida que a gente ama – eu amo moda – por isso percorro o máximo que posso nessa área. Desfilei na Casa de Criadores com meu trabalho final de faculdade, fui pra Londres uma temporada e fiz alguns cursos na Central Saint Martins. Voltei de lá com zilhões de questionamentos do tipo “Porque no meu país as pessoas se escondem tanto atrás das roupas? Porque dá-se tanto valor pra etiqueta e não pelo processo de criação?”

 

Eu, sempre questionadora sobre o pensar brasileiro, saí do mundo corporativo em 2014 com a ajuda do G>E (grupo maior que eu) da qual era integrante. Entendi que não estava sozinha no mundo com a sensação de estranhamento em relação ao comportamento e funcionamentos da área de moda. Isso me deu força pra começar a viver como autônoma e aos poucos materializar algumas idéias, me entendendo de verdade.

Desde 2016 desenvolvo oficinas e cursos extensivos ensinando (e aprendendo muito com os alunos) técnicas manuais de cultura brasileira, coisa que tenho amor e facilidade desde os 8 anos de idade. A ideia de resgatar processos manuais- costura, bordado, macramê, tear, tricô- dos quais não são valorizados, representa pra mim o caminho da conscientização sobre o eu (indivíduo) no mundo/o que posso e sou capaz de fazer. É estar mais próximo do meu eu verdadeiro, é ver que posso ultrapassar limites. Acredito que consigo ajudar as pessoas a se sentirem assim: capazes e felizes consigo mesmas, com um sentimento de expansão sobre sí.

 

Acredito que o fazer manual é um processo de autoconhecimento, assim como o de se expressar através da vestimenta, algo que carrego como valor nos cursos de construções de peças – Ser você mesmo, construir suas próprias peças é uma possibilidade para todos.

se expressar através das roupas não é um privilégio, é um direito de todos.

é um direito de todos ter autonomia com as próprias mãos.

Sigo com minhas experimentações e pesquisas de superfícies têxteis com o desejo de quebrar rótulos e padrões estabelecidos na fronteira da arte e moda, provocando esse desejo nos meus alunos também.

Fique em contato comigo e veja que você também pode ter autonomia com suas próprias mãos

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